Estatueta
Número de registro
13153
Descrição
estatueta em gesso retratando figura masculina de pé, perna direita frente, sobre base. cabelos curtos em mechas e longas costeletas. expressão sorridente no rosto. traja fardão, com banda a tiracolo. ostenta ao peito uma comenda e do pescoço pende uma insígnia. braço direito ao longo do corpo, carrega espada que pousa na base. braço esquerdo segura na espécie de chapéu armado com plumagem.
Denominação
Estatueta
Título
Conde dos Arcos, 8º
Técnica
Material
Forma de aquisição
Local de produção
Data de produção
18--
Termos de indexação
BRASIL COLÔNIA | BRASIL REINO | CONDE DOS ARCOS | MARCOS DE NORONHA E BRITO | REINO UNIDO DE PORTUGAL, BRASIL E ALGARVES | REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 | VICE-REI DO BRASIL | VICE-REIS
Altura (cm)
29,50
Largura (cm)
11,50
Observações
D. Marcos de Noronha e Brito, oitavo conde dos Arcos, (Lisboa, 7 de julho de 1771 – Lisboa, 6 de maio de 1828) foi um nobre e administrador colonial português, último vice-rei do Brasil. Governou de 21 de agosto (ou 14 de outubro) de 1806 a 22 de janeiro de 1808, quando João VI de Portugal, príncipe-regente de Portugal, aportou na cidade de Salvador, transferindo para o Brasil a sede da monarquia. Havia sido enviado ao Brasil para ocupar o cargo de governador e capitão-geral do estado do Grão-Pará e Rio Negro. Chamado ao Rio de Janeiro, substituiu D. Fernando José de Portugal e Castro no cargo de vice-rei do Brasil. Com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, foi transferido para a Bahia, como governador. Estabeleceu na província a primeira tipografia, criou a biblioteca pública, concluiu o Teatro São João e o cais da alfândega, além de instalar uma linha de correio para o Maranhão. Quando da revolução Pernambucana de 1817, ajudou na repressão aos rebeldes, alguns dos quais foram enforcados. Nomeado ministro da Marinha e Ultramar, transferiu-se novamente para o Rio de Janeiro. Com o retorno de D. João VI para Portugal, permaneceu no Brasil, encarregado dos assuntos da pasta do Reino e Estrangeiros, foi ministro dos Negócios do Reino do Brasil.
Logo após o Dia do Fico, D. Pedro I o demitiu e o mandou para Portugal, por exigência da tropa, que não suportava o trato por ele dispensado. Caracteriza-se por ter perseguido severamente contrabandistas e feito movimento para sanear a administração da justiça. Foi agraciado em vida com a grã-cruz da ordem de São Bento D’Aviz e da Ordem da Torre e Espada. Foi comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e comendador de Santa Maria da Vila de Rei, na Ordem de Cristo. (fonte: Wikipédia)





