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Número de registro

13158

Denominação

Busto

Título

Francisco Pereira Passos

Autor

Rodolfo Bernardelli (José Maria Oscar Rodolpho Bernardelli y Thierry)

Técnica

entalhe | marcenaria | moldagem

Material

gesso | madeira

Forma de aquisição

Doação

Local de produção

Brasil

Classe

02 Artes Visuais/Cinematográfica > 02.3 Escultura

Data de produção

[1909]

Termos de indexação

AVENIDA CENTRAL | BRASIL IMPÉRIO | BRASIL REPÚBLICA | DISTRITO FEDERAL | FRANCISCO PEREIRA PASSOS | PREFEITO | PREFEITURA | RIO DE JANEIRO | SEGUNDO REINADO

Altura (cm)

26,50

Largura (cm)

12,00

Comprimento (cm)

17,50

Observações

Francisco Pereira Passos (São João Marcos, 29 de agosto de 1836 — Rio de Janeiro, 12 de março de 1913) foi um engenheiro e político brasileiro. Foi nomeado engenheiro do Ministério do Império em 1874, cabendo a si acompanhar todas as obras do governo imperial. Integrou a comissão que iria apresentar o plano geral de reformulação urbana da capital, incluindo o alargamento de ruas, construção de grandes avenidas, canalizações de rios entre outras medidas urbanas e sanitárias. O levantamento realizado de 1875 a 1876, seria a base do futuro plano diretor da cidade, posto em prática na administração de Passos como prefeito. Prefeito do então Distrito Federal entre 1902 e 1906, nomeado pelo Presidente Rodrigues Alves, coube a Pereira Passos a reforma urbana no período conhecido popularmente como “O Bota-Abaixo”, visando ao saneamento, ao urbanismo e ao embelezamento, dando ao Rio de Janeiro ares de cidade moderna e cosmopolita. Inspirado nas reformas de Haussmann, em quatro anos Pereira Passos transformou a aparência da cidade: aos cortiços (locais que serviam de moradia para aqueles que não seriam benquistos na "cidade higienizada") e às ruas estreitas e escuras, sobrevieram grandes bulevares, com imponentes edifícios. Apesar das melhorias sanitárias e urbanísticas, o plano de Pereira Passos implicou alto custo social, com o início das formações de favelas na cidade. A reforma promoveu uma grande valorização do solo na área central, ainda ocupada parcialmente pela população de baixa renda. Cerca de 1.600 velhos prédios residenciais foram demolidos. A partir destas demolições, a população pobre do centro da cidade se viu obrigada a morar com outras famílias, a pagar altos aluguéis ou a mudar-se para os subúrbios, uma vez que foram insuficientes as habitações populares construídas em substituição às demolidas. Parte considerável da imensa população atingida pela remodelação permaneceu na região e os morros situados no centro da cidade - Providência, Santo António, entre outros - outrora pouco habitados, sofreram uma rápida ocupação habitacional proletária. Surgiram as favelas, que marcaram a configuração da cidade até os dias de hoje. (fonte: Wikipédia)

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