Botão
Número de registro
17880
Denominação
Botão
Faz conjunto ou par com produção
Denominação
Botão
Autor
Técnica
Material
Local de produção
Data de produção
186--
Termos de indexação
BRASIL IMPÉRIO | BRASÕES | CONSELHEIRO PAULO BARBOSA DA SILVA | PETRÓPOLIS | SEGUNDO REINADO
Largura (cm)
1,80
Observações
Paulo Barbosa da Silva (Sabará, 25 de janeiro de 1790[1] - ?, 28 de janeiro de 1868) foi Mordomo-mor da Casa Imperial do Brasil e deputado pela então província de Minas Gerais. A sua participação na fundação da cidade de Petrópolis foi decisiva quando mobilizou o seu companheiro de arma, o engenheiro major Júlio Frederico Koeler. Portador do contrato de casamento de D. Pedro I com a Princesa Amélia de Lenchtenberg, futura Imperatriz do Brasil. Esteve presente na cerimônia de Sagração e de Coroação de d. Pedro II em 18 de julho de 1841, na função de mestre-sala ou de cerimônias, segurando a insígnia do mestre de cerimônias. Após a queda de José Bonifácio de Andrada e Silva, Paulo Barbosa da Silva exerceu o cargo de mordomo-mor da Casa Imperial. Em 1837 foi alçado ao posto de major e, em 1839, ao de tenente-coronel. Em 1840, o Imperador Dom Pedro II confirmou-o na posição de mordomo-mor. Em 1843, Paulo Barbosa da Silva, no auge de sua carreira na corte, é promovido a coronel e, um ano depois, reformado como brigadeiro. É a época em que, por iniciativa do major Júlio Frederico Koeler, que se manifestara antigo defensor da colonização germânica da Serra da Estrela, adere à causa do fundador de Petrópolis, com o qual assina um contrato em sua qualidade de mordomo da Casa Imperial como decreto. No documento Paulo Barbosa da Silva aluga ao major, sob condições claras e determinadas, a fazenda que adquirira Dom Pedro I chamada Córrego Seco. (fonte: Wikipédia)





