Cabeça
Número de registro
13125
Descrição
Modelo para chapéu da estátua localizada em frente ao Palácio da Guerra, no Rio de Janeiro.
Denominação
Cabeça
Título
Duque de Caxias
Técnica
Material
Forma de aquisição
Fonte de aquisição
Referência de aquisição
Processo 8/1932
Local de produção
Termos de indexação
BARÃO DE CAXIAS | BRASIL IMPÉRIO | CAMPANHA DA CISPLATINA | CONDE DE CAXIAS | DUQUE DE CAXIAS | GUERRA DA CISPLATINA | GUERRA DA TRÍPLICE ALIANÇA | GUERRA DO PARAGUAI | GUERRAS DE INDEPENDÊNCIA | MARQUÊS DE CAXIAS | PRIMEIRO E SEGUNDO REINADO
Altura (cm)
67,80
Largura (cm)
25,50
Observações
Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias (Magé, 25 de agosto de 1803 – Valença, 7 de maio de 1880), apelidado de "O Pacificador" e "O Marechal de Ferro",[ foi um militar, político e monarquista brasileiro. Caxias seguiu uma carreira militar, assim como seu pai e tios. Lutou em 1823 contra Portugal na Independência do Brasil e depois passou três anos na Cisplatina enquanto o governo tentou resistir sem sucesso contra a secessão da província. Caxias permaneceu leal ao imperador Pedro I durante protestos em 1831. Pedro I abdicou em favor de seu filho Pedro II, a quem Caxias serviu como mestre de armas, ensinando-lhe esgrima e hipismo, finalmente tornando-se seu amigo.
A regência que governou o Brasil durante a minoridade de Pedro II enfrentou várias revoltas. Caxias comandou as forças lealistas de 1839 a 1845 na supressão de revoltas como a Balaiada, as Revoltas Liberais e a Revolução Farroupilha. Sob seu comando o Exército do Brasil derrotou a Confederação Argentina em 1851 na Guerra do Prata. Uma década depois, já como Marechal, ele novamente liderou as forças brasileiras para a vitória, desta vez na Guerra do Paraguai. Como recompensa foi elevado a nobre, tornando-se em sucessão barão, conde, marquês e, por fim, a única pessoa a receber um título de duque durante o reinado de Pedro II.
Foi eleito senador em 1846 e dez anos depois virou o Presidente do Conselho de Ministros. Ocupou o cargo novamente durante um breve período entre 1861 e 1862. Voltou à presidência do conselho pela última vez em 1875 e ficou até 1878, porém exerceu mais uma presidência figurativa. Depois de anos com a saúde piorando progressivamente, Caxias faleceu em maio de 1880. Em 13 de março de 1962 foi homologado o título de Patrono do Exército Brasileiro ao Marechal Luís Alves de Lima e Silva. (fonte: Wikipédia)





