Estátua
Número de registro
13123
Denominação
Estátua
Título
Barão do Rio Branco
Técnica
Material
Forma de aquisição
Local de produção
Termos de indexação
ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS | BARÃO DO RIO BRANCO | BRASIL IMPÉRIO | BRASIL REPÚBLICA | DIPLOMACIA | DIPLOMATAS | JOSÉ MARIA DA SILVA PARANHOS JÚNIOR | MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES | QUESTÃO DO ACRE | SEGUNDO REINADO
Observações
A escultura em homenagem ao Barão do Rio Branco em bronze fica em Uruguaiana/RS, está localizada na praça central que leva seu nome, a Praça Barão do Rio Branco. Existe outra, bastante similar a este gesso, na Praça Generoso Marques, no centro de Curitiba/PR.
José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco (Rio de Janeiro, 20 de abril de 1845 – Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1912), foi um advogado, diplomata, geógrafo, professor, nobre, jornalista e historiador brasileiro, patrono da diplomacia brasileira. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, ingressou nos estudos jurídicos ainda em 1862, na Faculdade de Direito de São Paulo, transferindo-se posteriormente para a instituição pernambucana. Filho de José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, é uma das figuras mais importantes da história do Brasil. Sua maior contribuição ao país foi a consolidação das fronteiras brasileiras, em especial por meio de processos de arbitramento ou de negociações bilaterais, conseguindo incorporar definitivamente ao Brasil 900 mil quilômetros quadrados. Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, em 1911. Sua morte, durante o carnaval de 1912, alterou o calendário da festa popular naquele ano, dado o luto oficial e as intensas homenagens que lhe renderam na cidade do Rio de Janeiro. Por ajudar na consolidação do território nacional sempre buscando soluções pacíficas para os conflitos com os vizinhos do Brasil o Barão do Rio Branco é considerado o patrono da diplomacia brasileira. (fonte: Wikipédia)





