Lança
Número de registro
13415
Descrição
Ponta (yari-saki) de seção losangular com recesso e parte circular próxima à espiga (nagako). Esta é de seção retangular, afilando-se para a base e com serrilhados nos vértices para prender na haste. Haste (Nagaya diso-kah) de madeira clara com um entalhe fechado por peça de madeira, onde entra a espiga da ponta. Guarnições de latão decoradas com corações. Conto de ferro preso por um pekugi (cravo) à haste.
Denominação
Lança
Forma de aquisição
Fonte de aquisição
Local de produção
Classe
Data de produção
189-
Termos de indexação
ARMAS | ARMAS BRANCAS | CHINA | EXÉRCITO | GUERRA DA MANCHÚRIA | JAPÃO | PRIMEIRA GUERRA SINO-JAPONESA | YARI
Largura (cm)
3,50
Comprimento (cm)
213,00
Observações
Informações tiradas de ficha anterior: Presa à peça etiquetas de alumínio com os dizeres "742-743/LANÇAS JAPONESAS/GUERRA DA MANCHURIA 1900"; Segundo Gustavo Barroso seria arma japonesa da Guerra da Madchúria, 1900; Yari - tipo de lança; Observar que estilo e datação não batem com o evento; Decoração semelhante à da peça SIGA 013421
Yari (槍) é o termo japonês para lança. Muito utilizada nos campos de batalha do Japão desde a época dos primeiros imperadores japoneses. A arte marcial que se dedica a utilização da yari chama-se sōjutsu. Elas podem medir de um metro até seis metros, sendo as mais longas usadas por soldados da infantaria (ashigaru), enquanto samurais de cargos mais elevados usavam versões menores. As lâminas das yari variam na forma (lâmina delgada, em cruz, em forma de lua crescente, enfoiçada) e em comprimento, variando de um shaku (30.3 cm) a três shaku (90.9 cm). Acredita-se que as yari derivaram das lanças chinesas e se desenvolveram com suas próprias características no Japão, porém mesmo sendo usadas em batalhas desde épocas remotas no Japão, acredita-se que elas vieram a se popularizar no século XIII. (fonte: Wikipédia)
Autoria das fotos
Nº 742 do inventário de Gustavo Barroso.
Segundo Gustavo Barroso, essa seria uma arma japonesa da Guerra da Manchúria











