Molde de escultura: boca
Número de registro
13176
Descrição
Molde em gesso de boca humana.
Denominação
Molde de escultura: boca
Título
Princesa Isabel (detalhe)
Técnica
Material
Forma de aquisição
Fonte de aquisição
Referência de aquisição
Processo 8/1936
Local de produção
Termos de indexação
BRASIL IMPÉRIO | FAMÍLIA IMPERIAL | ISABEL MARIA DE ALCÂNTARA BRASILEIRA | LEI ÁUREA | PRINCESA ISABEL | SEGUNDO REINADO
Largura (cm)
14,00
Comprimento (cm)
6,00
Observações
Informações tiradas de ficha anterior: "segundo Celita Vaccani em seu livro tese de concurso para a cadeira de escultura da Escola Nacional de Belas Artes de ub, 1949, RJ, pg das vitrines do MHN vê-se o detalhe da da boca da Princesa Isabel, tirada por Bernardelli. Naturalmente que ao posar, a imperatriz se mostrou interessada em saber como são feitas as moldagens desse gênio e Bernardelli, para lhe satisfazer a curiosidade, executou-a. A retratada (1846-1889), filha de D. Pedro II, ocupou a regêcia em nome do pai por última (1887-1888) assinou a Lei Áurea (13/05/1988) tornando a escravatura abolida no Brasil. Foi Condessa d'Eu."
Data de entrada no museu: 14/07/1936
Isabel do Brasil (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), cognominada "a Redentora", foi a Princesa Imperial e herdeira presuntiva ao trono do Império do Brasil, que serviu como regente do Império em três ocasiões diferentes. Era a filha mais velha do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. Teresa Cristina, que após a morte de seus dois irmãos homens na infância, foi reconhecida como herdeira presuntiva de seu pai. Casou-se em 1864 com o príncipe francês Gastão de Orléans, Conde d'Eu, com quem teve quatro filhos: Luiza Vitória, Pedro de Alcântara, Luiz e Antonio. Serviu três vezes como regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. A monarquia brasileira foi abolida em 1889, e após a morte de seu pai em 1891 Isabel foi reconhecida pelos monarquistas brasileiros como a pretendente ao extinto trono do Brasil até sua morte em 1921. Isabel passou seus últimos trinta anos de vida vivendo na França. (fonte: Wikipédia)





