Retrato (pintura)
Número de registro
829
Descrição
Busto de mulher jovem, identificada como a Princesa Isabel, voltado para a direita, rosto comprido e gordo. Testa reta, nariz comprido e grande. Lábios carnudos. Sobrancelhas ralas e caídas. Olhos azuis, orelha direita aparente. Cabelos louros, compridos, envoltos em espécie de rede transparente, guarnecidos na parte superior por fita negra com laço. Pequenos cachos sobre a testa. Vestido preto, fechado, gola em V arrematada por renda estreita preta. Gargantilha de fita negra, sustentando medalha oval acinzentada. Fundo de cor azeitonada. Assinatura do autor no canto inferior direito em tinta vermelha: "MALLIO". Moldura em madeira dourada, estreita, com relevo pouco proeminente.
Denominação
Retrato (pintura)
Título
Princesa Isabel
Técnica
Forma de aquisição
Fonte de aquisição
Referência de aquisição
Processo 18/1960 (atribuído)
Local de produção
Data de produção
1874
Termos de indexação
ABOLICIONISMO | BRASIL IMPÉRIO | FAMÍLIA IMPERIAL | ISABEL MARIA DE ALCÂNTARA BRASILEIRA | LEI ÁUREA | LUTO | PRINCESA ISABEL | SEGUNDO REINADO
Altura (cm)
70,70
Largura (cm)
60,00
Observações
Isabel do Brasil (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), cognominada "a Redentora", foi a Princesa Imperial e herdeira presuntiva ao trono do Império do Brasil, que serviu como regente do Império em três ocasiões diferentes. Era a filha mais velha do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. Teresa Cristina, que após a morte de seus dois irmãos homens na infância, foi reconhecida como herdeira presuntiva de seu pai. Casou-se em 1864 com o príncipe francês Gastão de Orléans, Conde d'Eu, com quem teve quatro filhos: Luiza Vitória, Pedro de Alcântara, Luiz e Antonio. Serviu três vezes como regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. A monarquia brasileira foi abolida em 1889, e após a morte de seu pai em 1891 Isabel foi reconhecida pelos monarquistas brasileiros como a pretendente ao extinto trono do Brasil até sua morte em 1921. Isabel passou seus últimos trinta anos de vida vivendo na França. (fonte: Wikipédia)






