Retrato (pintura)
Número de registro
830
Descrição
Busto de mulher idosa, identificada como Princesa Isabel, voltado para a esquerda. Rosto e nariz compridos. Testa alta. Olhos azuis, caídos. Sobrancelhas ralas. Boca pequena, descorada. Cabelos brancos, curtos e lisos. Orelha esquerda visível. Casaco de abotoamento central, fechado, em tons cinzas, sobre espécie de blusa clara de gola alta com debrum preto. Sobre os ombros, estola de pele em tons cinzas escuros. Fundo pardo. Assinatura do autor no canto inferior direito em tinta branca: "OTTO". Moldura em madeira escura, encerado, com superfícies côncavo-convexas. No centro da trave inferior, dois pequenos pitons de ferro.
Denominação
Retrato (pintura)
Título
Princesa Isabel (idosa)
Autor
Técnica
Forma de aquisição
Fonte de aquisição
Referência de aquisição
Processo 18/1960 (atribuído)
Local de produção
Data de produção
[19--]
Termos de indexação
ABOLICIONISMO | BRASIL IMPÉRIO | FAMÍLIA IMPERIAL | ISABEL MARIA DE ALCÂNTARA BRASILEIRA | LEI ÁUREA | PRINCESA ISABEL | SEGUNDO REINADO | VELHICE
Altura (cm)
46,00
Largura (cm)
39,00
Observações
Isabel do Brasil (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), cognominada "a Redentora", foi a Princesa Imperial e herdeira presuntiva ao trono do Império do Brasil, que serviu como regente do Império em três ocasiões diferentes. Era a filha mais velha do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. Teresa Cristina, que após a morte de seus dois irmãos homens na infância, foi reconhecida como herdeira presuntiva de seu pai. Casou-se em 1864 com o príncipe francês Gastão de Orléans, Conde d'Eu, com quem teve quatro filhos: Luiza Vitória, Pedro de Alcântara, Luiz e Antonio. Serviu três vezes como regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. A monarquia brasileira foi abolida em 1889, e após a morte de seu pai em 1891 Isabel foi reconhecida pelos monarquistas brasileiros como a pretendente ao extinto trono do Brasil até sua morte em 1921. Isabel passou seus últimos trinta anos de vida vivendo na França. (fonte: Wikipédia)





