Retrato (pintura)
Número de registro
3673
Descrição
Busto da Princesa Isabel, em 3/4, ligeiramente voltado para a direita. Rosto e nariz finos e compridos. Cabelo castanho claro, preso para trás, olhos azuis um pouco voltados para cima, face corada e expressão sorridente. Traja vestido negro com mangas bufantes e gola arrematada por fina renda da mesma cor. Ao centro da gola, broche de brilhantes em forma semelhante a um coração. Fundo azeitonado. Assinatura do autor na lateral direita em tinta preta: "AUGUSTE PETIT". Moldura em madeira dourada, bordas decoradas com friso de corações e festões.
Denominação
Retrato (pintura)
Título
Princesa Isabel
Autor
Técnica
Forma de aquisição
Fonte de aquisição
Referência de aquisição
Processo 18/1960
Local de produção
Data de produção
186-
Termos de indexação
ABOLICIONISMO | BARONESA DE LORETO | BRASIL IMPÉRIO | FAMÍLIA IMPERIAL | IMPÉRIO DO BRASIL | ISABEL MARIA DE ALCÂNTARA BRASILEIRA | LEI ÁUREA | PRINCESA ISABEL | SEGUNDO REINADO
Altura (cm)
59,50
Largura (cm)
50,30
Observações
Isabel do Brasil (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), cognominada "a Redentora", foi a Princesa Imperial e herdeira presuntiva ao trono do Império do Brasil, que serviu como regente do Império em três ocasiões diferentes. Era a filha mais velha do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. Teresa Cristina, que após a morte de seus dois irmãos homens na infância, foi reconhecida como herdeira presuntiva de seu pai. Casou-se em 1864 com o príncipe francês Gastão de Orléans, Conde d'Eu, com quem teve quatro filhos: Luiza Vitória, Pedro de Alcântara, Luiz e Antonio. Serviu três vezes como regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. A monarquia brasileira foi abolida em 1889, e após a morte de seu pai em 1891 Isabel foi reconhecida pelos monarquistas brasileiros como a pretendente ao extinto trono do Brasil até sua morte em 1921. Isabel passou seus últimos trinta anos de vida vivendo na França. (fonte: Wikipédia)





