Retrato (pintura)
Número de registro
3672
Descrição
Busto de mulher jovem, de frente, rosto comprido, queixo duplo. Nariz largo, lábios finos, olhos azuis, pálpebras caídas. Sobrancelhas claras, finas. Faces coradas. Orelha direita visível. Cabelos castanhos claros, presos, recobertos no alto por laço escuro e flores brancas e rosas, sobre espécie de lenço preto rendilhado circundando pescoço, onde é preso por pequeno broche circular, dourado. Cachos de cabelo sobre a testa. Vestido fechado em listras pretas e azuis. Fundo em tons azuis, cinzas e castanhos. Assinatura do autor na lateral inferior direita, próximo do ombro da retratada, em tinta vermelha: "Rovello". Moldura retangular em madeira estucada, dourada, com abertura oval (chassi retangular); decoração fitomórfica estilizada.
Denominação
Retrato (pintura)
Título
Princesa Isabel
Autor
Técnica
Forma de aquisição
Fonte de aquisição
Referência de aquisição
Catálogo Geral do Museu Histórico Nacional (1924)
Local de produção
Data de produção
188-
Termos de indexação
ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO | BRASIL IMPÉRIO | FAMÍLIA IMPERIAL | ISABEL MARIA DE ALCÂNTARA BRASILEIRA | LEI ÁUREA | PRINCESA ISABEL | SEGUNDO REINADO
Altura (cm)
73,00
Largura (cm)
61,50
Observações
Isabel do Brasil (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), cognominada "a Redentora", foi a Princesa Imperial e herdeira presuntiva ao trono do Império do Brasil, que serviu como regente do Império em três ocasiões diferentes. Era a filha mais velha do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. Teresa Cristina, que após a morte de seus dois irmãos homens na infância, foi reconhecida como herdeira presuntiva de seu pai. Casou-se em 1864 com o príncipe francês Gastão de Orléans, Conde d'Eu, com quem teve quatro filhos: Luiza Vitória, Pedro de Alcântara, Luiz e Antonio. Serviu três vezes como regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. A monarquia brasileira foi abolida em 1889, e após a morte de seu pai em 1891 Isabel foi reconhecida pelos monarquistas brasileiros como a pretendente ao extinto trono do Brasil até sua morte em 1921. Isabel passou seus últimos trinta anos de vida vivendo na França. (fonte: Wikipédia)






